{"id":5203,"date":"2017-07-18T18:06:00","date_gmt":"2017-07-18T21:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.biolabfarma.com.br\/?post_type=imprensa&#038;p=5203"},"modified":"2024-12-17T08:26:16","modified_gmt":"2024-12-17T11:26:16","slug":"innovacion-tecnologica-en-la-industria-farmaceutica-nacional","status":"publish","type":"imprensa","link":"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/es\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/","title":{"rendered":"Innovaci\u00f3n tecnol\u00f3gica en la industria farmac\u00e9utica nacional"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s anos e anos batendo na mesma tecla, ou seja, na necessidade e na import\u00e2ncia de a ind\u00fastria farmac\u00eautica, principalmente a nacional, ter seus pr\u00f3prios desenvolvimentos inovadores, fico extremamente satisfeito em dizer que para v\u00e1rias empresas isso j\u00e1 \u00e9 uma realidade. \u00c9 fato que algumas j\u00e1 est\u00e3o bastante adiantadas (inclusive desenhando novas mol\u00e9culas) e outras em est\u00e1gios anteriores, mas todas fazendo inova\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m disse, in\u00fameras vezes, que os medicamentos gen\u00e9ricos foram muito importantes, como uma nova oportunidade de neg\u00f3cios que se abria \u00e0 ind\u00fastria, e tamb\u00e9m para o governo, que os utiliza para aumentar o acesso da popula\u00e7\u00e3o aos medicamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sei que, ao dizer o que segue no par\u00e1grafo abaixo, pessoas me olhar\u00e3o de soslaio, como se fosse suspeito e contr\u00e1rio aos interesses nacionais. Como contra-argumento, uso a hist\u00f3ria de minha vida profissional e pessoal. Sintam-se \u00e0 vontade para perguntar. A verdade \u00e9 que, se os gen\u00e9ricos serviram e servem para justificar alguns aspectos positivos j\u00e1 citados, eles n\u00e3o possibilitaram qualquer salto tecnol\u00f3gico mais expressivo a n\u00e3o ser termos aprendido a fazer bioequival\u00eancia. Como esse aprendizado j\u00e1 aconteceu, os gen\u00e9ricos nada mais t\u00eam a acrescentar para a ind\u00fastria em termos de conhecimento. Como consequ\u00eancia, s\u00f3 resta um caminho a ser trilhado, o da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, em que n\u00e3o se d\u00e1 apenas um salto, pois trata-se de um processo que s\u00f3 tem in\u00edcio, mas n\u00e3o tem fim. Ou seja, a agrega\u00e7\u00e3o de conhecimento e de resultados \u00e9 de tal ordem que a ind\u00fastria que se inicia nesse processo dificilmente o interromper\u00e1, a n\u00e3o ser por motivos imperiosos.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, os caminhos da inova\u00e7\u00e3o no Brasil ainda s\u00e3o \u00e1rduos, mal planejados e sem continuidade. Vive-se de solu\u00e7o em solu\u00e7o, com muitos sustos assaltando o trabalho de quem milita na \u00e1rea. Algo que j\u00e1 disse, mas n\u00e3o custa repetir, pois ainda h\u00e1 \u00e1reas nas universidades que n\u00e3o aceitam este posicionamento: h\u00e1 que se iniciar com inova\u00e7\u00f5es mais simples e, \u00e0 medida que se adicionam conhecimentos mais complexos, ir elevando o n\u00edvel dessas inova\u00e7\u00f5es incrementais. Chegar\u00e1 um ponto em que a ind\u00fastria farmac\u00eautica, por todo o conhecimento adquirido, poder\u00e1 optar pelo salto maior, que \u00e9 o da inova\u00e7\u00e3o radical, atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de novas mol\u00e9culas. E tamb\u00e9m ter\u00e1 sempre como uma boa op\u00e7\u00e3o permanecer e especializar-se em inova\u00e7\u00e3o incremental.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 para a inova\u00e7\u00e3o radical, todas as \u00e1reas das universidades aplaudem. N\u00e3o h\u00e1 vozes contr\u00e1rias. Por\u00e9m, \u00e9 preciso entender que, para alfabetizar uma crian\u00e7a, n\u00e3o se d\u00e1 a ela um artigo escrito por Ruy Barbosa e pede-se para que o leia. Ao menos no meu tempo, aprendi a ler adicionando-se a uma consoante, por exemplo, a letra \u201cd\u201d, as v\u00e1rias vogais e ficava assim: d + a = da, d + e = de, e assim por diante. Havia uma gradualidade na alfabetiza\u00e7\u00e3o, que culminava anos mais tarde em leitura e entendimento dos mais complexos textos. Na inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 diferente, ou seja, inicia-se com as mais simples incrementais, alcan\u00e7a-se as mais sofisticadas e chega-se \u00e0s radicais, que \u00e9 o \u00faltimo est\u00e1gio da inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das ind\u00fastrias farmac\u00eauticas nacionais encontra-se nesse primeiro est\u00e1gio de aprendizado incremental. H\u00e1, portanto, um longo caminho a percorrer, uma infinidade de conhecimentos a agregar e muito a investir. Nesse longo caminho a percorrer, a ind\u00fastria depara-se com in\u00fameras dificuldades que, lamentavelmente, n\u00e3o s\u00e3o reconhecidas pelas \u00e1reas governamentais e assim permanecem sem as solu\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. Citamos algumas:<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciando pela \u00e1rea ministerial, n\u00e3o h\u00e1 qualquer a\u00e7\u00e3o conjunta entre os v\u00e1rios minist\u00e9rios no tocante \u00e0 inova\u00e7\u00e3o. Mas fala-se muito sobre o tema. Segundo meu caro amigo Nelson Brasil, da ABIFINA, precisamos de menos estudos e diagn\u00f3sticos e mais \u201cfazimento\u201d. Execu\u00e7\u00e3o \u00e9 a palavra dos que querem fazer e n\u00e3o apenas diagnosticar. Segundo outro amigo, Sergio Sacurai, quem sabe faz e quem n\u00e3o sabe discursa.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 programas de financiamento a fundo perdido, a n\u00e3o ser quando os valores s\u00e3o endere\u00e7ados \u00e0s universidades, mas essa \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o onde a ind\u00fastria perde o controle do projeto e isso n\u00e3o nos interessa. N\u00e3o h\u00e1 um projeto de longo prazo para que se viabilize a inova\u00e7\u00e3o no Brasil e mais e mais empresas passem a pratic\u00e1-la. S\u00e3o programas de governo e n\u00e3o de Estado. Mas a vis\u00e3o dos pol\u00edticos s\u00f3 alcan\u00e7a at\u00e9 a pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o, prazo muito curto para um projeto que, como j\u00e1 disse, s\u00f3 tem come\u00e7o e n\u00e3o tem fim, devido \u00e0 sua import\u00e2ncia e essencialidade para o Pa\u00eds e para as ind\u00fastrias.<\/p>\n\n\n\n<p>As universidades preparam seus alunos para a pesquisa cient\u00edfica e n\u00e3o para a pesquisa aplicada. Quando l\u00e1 buscamos nossos colaboradores, h\u00e1 que prepar\u00e1-los (alguns anos mais) para as novas fun\u00e7\u00f5es. Ou seja, os curr\u00edculos das faculdades devem ser adequados \u00e0s novas necessidades dos segmentos produtivos. N\u00e3o falo s\u00f3 em adequa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, mas tamb\u00e9m sobre administra\u00e7\u00e3o, mercado, legisla\u00e7\u00e3o e empreendedorismo, caso algum acad\u00eamico queira fazer voo solo. E por que n\u00e3o? Os processos de compras de equipamentos, intermedi\u00e1rios, padr\u00f5es e reagentes em pequena escala (bancada e piloto) s\u00e3o desesperadores de t\u00e3o lentos. Quando o produto n\u00e3o tem estoque no Brasil (a maioria), entre a emiss\u00e3o do pedido at\u00e9 a chegada na f\u00e1brica transcorre de 90 a 150 dias. Para quem faz pesquisa, esse prazo \u00e9 inaceit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando h\u00e1 necessidade de ensaios pr\u00e9-cl\u00ednicos, muitos ainda n\u00e3o s\u00e3o feitos aqui. Muito bem, recorre-se ao exterior. A\u00ed vem outra surpresa desagrad\u00e1vel: quando se faz l\u00e1 fora, h\u00e1 um acr\u00e9scimo de quase 40% no valor da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o, correspondendo a taxas e impostos de algo que o Brasil ainda n\u00e3o oferece para quem precisa. Somente recentemente dois centros (Santa Catarina, do professor Jo\u00e3o Batista Calixto, e Cear\u00e1, dos professores Odorico de Moraes e Elisabeth de Moraes) iniciaram uma presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os mais pr\u00f3xima do que a pesquisa na ind\u00fastria necessita. Que tenham o sucesso que merecem pela brutal luta empreendida at\u00e9 chegarem ao que hoje s\u00e3o. Mas n\u00e3o \u00e9 o suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0s fases cl\u00ednicas I e II, estamos dando os primeiros passos por nossa conta, pois aquilo que executam aqui \u00e9 desenhado l\u00e1 fora &#8211; somos apenas \u201cum bra\u00e7o\u201d na pesquisa. \u00c9 mais um aprendizado. J\u00e1 na fase cl\u00ednica III, o Brasil possui boa compet\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Segue-se agora \u00e0 a\u00e7\u00e3o da Anvisa, que \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o governamental onde se registra o medicamento. O que pedimos \u00e9 mais agilidade, flexibilidade &#8211; sem comprometer a qualidade &#8211; e maturidade nas decis\u00f5es. Nosso pleito antigo \u00e9 que a ag\u00eancia tenha uma \u00e1rea s\u00f3 para analisar e orientar as ind\u00fastrias possuidoras de produtos com inova\u00e7\u00e3o incremental e tamb\u00e9m radical. Isso porque, pela primeira vez, temos produtos inovadores desenvolvidos no Brasil, quando antes tudo chegava do exterior via empresas internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos agora abordar rapidamente um assunto tabu da ind\u00fastria farmac\u00eautica: pre\u00e7o dos medicamentos. A C\u00e2mara de Regula\u00e7\u00e3o do Mercado de Medicamentos (CMED) trabalha com regras antigas que n\u00e3o aventam a hip\u00f3tese de o Brasil desenvolver seus pr\u00f3prios produtos inovadores, sejam incrementais ou radicais. S\u00e3o regras defasadas e necessitam de atualiza\u00e7\u00e3o. Aqui n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para se discutir todas as regras da CMED, mas digo que, em permanecendo como est\u00e1, \u00e9 um forte desest\u00edmulo \u00e0 pr\u00e1tica da inova\u00e7\u00e3o no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem entrar em maiores detalhamentos a respeito da Anvisa, entendo que ela vem esfor\u00e7ando-se e conseguindo, ao menos em algumas \u00e1reas, alcan\u00e7ar esse grau de qualidade internacional que tanto almeja. O problema \u00e9 que ela coloca no Brasil, de uma s\u00f3 vez, regras que l\u00e1 fora demoraram anos em discuss\u00e3o, outro tanto para gradual implementa\u00e7\u00e3o e ainda mais para total enquadramento. A ag\u00eancia esquece que ela tem uma capacidade de escrever novas regras muito mais rapidamente do que n\u00f3s da ind\u00fastria temos de execut\u00e1-las. Com isso, estamos sempre defasados. Em nada ajuda estabelecer no Brasil todas as regras vigentes l\u00e1 fora, porque a ambi\u00eancia industrial daqui est\u00e1 muito aqu\u00e9m daquela do exterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros pontos poderiam ser aqui abordados, mas j\u00e1 foram devidamente identificados pelos v\u00e1rios diagn\u00f3sticos realizados at\u00e9 hoje. A pergunta que fica \u00e9: diante de tantas dificuldades no Brasil, compensa fazer inova\u00e7\u00e3o aqui? Respondo que sim, pois esse \u00e9 o \u00fanico caminho que levar\u00e1 as ind\u00fastrias a alcan\u00e7arem status internacional e andarem com suas pr\u00f3prias pernas. S\u00e3o as nossas inova\u00e7\u00f5es protegidas pelas patentes que nos levar\u00e3o \u00e0 internacionaliza\u00e7\u00e3o de nossas empresas, e n\u00e3o as commodities (gen\u00e9ricos). Esse \u00e9 um objetivo que deveria ser tanto da ind\u00fastria como dos governos.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro tamb\u00e9m que a pouca vontade de nossos governantes em proporcionar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho \u00e0s empresas que fazem inova\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 compensada amplamente pela voracidade com que os governos estrangeiros nos abordam e nos estimulam, no sentido de nos deslocarmos para fora do Brasil. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a rela\u00e7\u00e3o custo X benef\u00edcio que usamos para decidir, mas ela tem um alto peso espec\u00edfico nestes momentos decisivos. E essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 altamente desfavor\u00e1vel ao Brasil. Precisa ser modificada com velocidade para que n\u00e3o se inicie uma migra\u00e7\u00e3o, sem volta, para fora do Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Termino repetindo que muito mais se poderia falar sobre inova\u00e7\u00e3o. No entanto, tudo ou quase j\u00e1 foi dito em estudos e diagn\u00f3sticos feitos por v\u00e1rios minist\u00e9rios e \u00f3rg\u00e3os governamentais. O que necessitamos \u00e9 de um governo que acolha a causa, deixe de discursar sobre a inova\u00e7\u00e3o e passe a executar a\u00e7\u00f5es que trar\u00e3o como consequ\u00eancia o estabelecimento de um programa duradouro de inova\u00e7\u00e3o no Brasil. De h\u00e1 muito se sabe que as conquistas n\u00e3o s\u00e3o feitas s\u00f3 com o poder econ\u00f4mico e b\u00e9lico, mas principalmente com o poder tecnol\u00f3gico. Se conquistar n\u00e3o \u00e9 nossa voca\u00e7\u00e3o, tenho tamb\u00e9m certeza de que sermos subjugados, absorvidos e aculturados n\u00e3o \u00e9 o que almejamos.<\/p>\n\n\n\n<p>REVISTA FACTUAL ABIFINA\/SP | 18\/07\/2017<\/p>","protected":false},"featured_media":0,"template":"","categories":[1577],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v24.4 (Yoast SEO v24.4) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica na ind\u00fastria farmac\u00eautica nacional - Biolab &amp; Co<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/es\/prensa\/innovacion-tecnologica-en-la-industria-farmaceutica-nacional\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica na ind\u00fastria farmac\u00eautica nacional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ap\u00f3s anos e anos batendo na mesma tecla, ou seja, na necessidade e na import\u00e2ncia de a ind\u00fastria farmac\u00eautica, principalmente a nacional, ter seus pr\u00f3prios desenvolvimentos inovadores, fico extremamente satisfeito em dizer que para v\u00e1rias empresas isso j\u00e1 \u00e9 uma realidade. \u00c9 fato que algumas j\u00e1 est\u00e3o bastante adiantadas (inclusive desenhando novas mol\u00e9culas) e outras [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/es\/prensa\/innovacion-tecnologica-en-la-industria-farmaceutica-nacional\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Biolab &amp; Co\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-12-17T11:26:16+00:00\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"9 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/\",\"url\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/\",\"name\":\"A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica na ind\u00fastria farmac\u00eautica nacional - Biolab &amp; Co\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/#website\"},\"datePublished\":\"2017-07-18T21:06:00+00:00\",\"dateModified\":\"2024-12-17T11:26:16+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"es-ES\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/imprensa\/a-inovacao-tecnologica-na-industria-farmaceutica-nacional\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica na ind\u00fastria farmac\u00eautica nacional\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.biolabeco.com.br\/\",\"name\":\"Biolab\",\"description\":\"Na Biolab &amp; Co, ci\u00eancia e cuidado caminham juntos. 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