Owozy: como funciona e quando chegará ao mercado a nova caneta de semaglutida brasileira
Farmacêuticas Sandoz e Biolab somam forças para entrar no mercado da semaglutida sintética
Uma parceria anunciada nesta semana entre os laboratórios Sandoz e Biolab irá disponibilizar em breve no Brasil o Owozy, nova caneta de semaglutida sintética destinada ao tratamento do diabetes tipo 2.
O medicamento chega em meio a uma verdadeira corrida regulatória e comercial: no fim de julho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou de uma só vez cinco versões sintéticas da molécula, todas fabricadas por rotas químicas diferentes da usada pela Novo Nordisk para produzir o Ozempic.
Uma das apostas do Owozy – não confunda com Ozivy, caneta da EMS – para se destacar nessa fila é resistir ao calor: depois de retirada da geladeira, a caneta pode ficar até 42 dias fora de refrigeração, em temperaturas de até 30ºC, sem perder eficácia. Na prática, isso significa mais liberdade para o paciente carregar o medicamento no dia a dia sem depender de bolsas térmicas ou refrigeração constante.
O acordo recém-divulgado divide responsabilidades entre as duas empresas. A Sandoz, subsidiária brasileira da farmacêutica suíça especializada em genéricos e biossimilares, ficará responsável pelo fornecimento do produto. Cabe à Biolab Farmacêutica, marca do grupo Biolab & Co., a estratégia de comercialização nas farmácias do país.
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